Experiência do Cliente · Experiência do Colaborador

Seu atendimento não melhora enquanto seu time não muda.

Empresas investem em tecnologia, treinamento e processos — e o cliente ainda reclama. O problema raramente está no que você implantou. Está em quem foi ignorado durante a implantação.

Elízia Pádua · Diretora DPG+ · 18 anos em Experiência do Cliente

Time de atendimento ao cliente colaborando
CX EX

O que ninguém te conta sobre projetos de CX que não funcionam

Equipe discutindo processos de atendimento em escritório

Processo novo, time antigo

Você redesenhou o fluxo de atendimento, mas quem vai executá-lo não foi ouvido, não entende o porquê e não tem autonomia para fazer diferente. Em 90 dias, o processo antigo voltou.

NPS não sobe por tecnologia

A ferramenta foi implantada. O dashboard está bonito. O NPS continua igual. Porque NPS mede percepção humana — e percepção humana é moldada por quem atende, não pelo sistema que registra.

O colaborador foi o último a saber

A liderança aprova a mudança. O cliente espera a mudança. O colaborador de linha recebe um e-mail de comunicado. E é ele quem vai entregar — ou não — o resultado prometido.

CX e EX não são projetos separados. São as duas faces da mesma entrega.

Elízia Pádua

Em 18 anos de CX, aprendi que o atendente que trata mal o cliente quase sempre está sendo tratado da mesma forma por dentro. Cultura de atendimento começa antes do cliente entrar em contato — começa no primeiro dia do colaborador na empresa.

— Elízia Pádua, Diretora DPG+

Interação de atendimento ao cliente

CX — Experiência do Cliente

O que o cliente sente em cada ponto de contato com a sua empresa. É medido por NPS, CSAT, taxa de churn, tempo de resolução. É o resultado visível.

Time de colaboradores em ambiente de trabalho

EX — Experiência do Colaborador

O que o colaborador sente ao executar o trabalho. É medido por engajamento, autonomia, capacitação, adequação de ferramentas, alinhamento com liderança. É a causa invisível do resultado visível.

↓ EX é a causa. CX é a consequência. ↓

Como a DPG+ endereça CX e EX em um projeto integrado

Não trabalhamos CX sem mapear EX. Os dois entram no diagnóstico desde o primeiro dia.

Sessão de trabalho colaborativo com quadro branco
  1. RN

    Etapa 1Diagnóstico Duplo

    Mapeamos a jornada do cliente e a jornada do colaborador simultaneamente. Não existe diagnóstico de CX completo sem entender quem está na linha de frente — suas limitações, sua autonomia e sua percepção do próprio trabalho.

  2. MO

    Etapa 2Achados com Lente EX

    Cada achado de CX é analisado com a pergunta: “Qual é o papel do colaborador neste problema?” Achados que têm raiz em EX são sinalizados — e as soluções precisarão contemplar a camada humana, não apenas a técnica.

  3. AS

    Etapa 3Soluções Que Sustentam

    Nenhuma solução é especificada sem avaliar a capacidade de absorção do time. Ferramenta sem capacitação é desperdício. Processo sem autonomia é fracasso anunciado. Implantamos o que a equipe consegue operar — e depois escalamos.

  4. AQ

    Etapa 4Ativação Com o Time

    O piloto não é só técnico. Inclui o colaborador como protagonista — treinamento, guia de operação, espaço para dúvidas, e medição de autonomia real nos primeiros 30 dias. Só declaramos sucesso quando o time opera sem depender de nós.

  5. ME

    Etapa 5Sustentação e Evolução

    Monitoramos indicadores de CX e sinais de EX em conjunto. Quando o NPS começa a regredir, primeiro perguntamos: “O que mudou no time antes de mudar no cliente?”

Este trabalho é para você se...

O que você enfrenta

  • Seu NPS não melhora apesar dos investimentos em tecnologia
  • Seu time de atendimento tem alta rotatividade
  • Os processos implantados não são seguidos no dia a dia
  • Clientes reclamam da inconsistência no atendimento

O que você sente

  • Sensação de que cada projeto de melhoria precisa começar do zero
  • Treinamentos que não se sustentam após 60 dias
  • Liderança e operação com visões diferentes sobre o mesmo problema
  • Dificuldade de medir o impacto real de mudanças no atendimento

O que você quer

  • Um diagnóstico honesto que explique por que as melhorias não sustentam
  • Soluções que considerem o colaborador, não só o processo
  • Indicadores reais de progresso, não apenas relatórios bonitos
  • Uma equipe que entregue CX consistente sem depender de supervisão constante
Elízia Pádua

Autoridade

Elízia Pádua

Diretora DPG+ · Especialista em CX/EX

Elízia tem 18 anos de experiência em projetos de transformação de experiência do cliente em empresas de médio e grande porte. Atuou em projetos que redesenharam operações de atendimento, implementaram jornadas do cliente e estruturaram culturas de CX do zero.

Na DPG+, é responsável pela condução dos pilares de CX e pela integração da perspectiva de Experiência do Colaborador na metodologia 4G — porque, na prática, todo projeto de CX que ela já liderou encontrou o mesmo ponto crítico: o colaborador.

18 anos

em CX

+40

projetos de transformação de atendimento

Metodologia 4G

G1 Pessoas é sempre o primeiro passo

Antes de implantar mais tecnologia, entenda por que a última não funcionou.

Uma conversa diagnóstica de 60 minutos com a Elízia. Sem compromisso, sem script de venda. Só perguntas certas sobre o seu atendimento.

DPG+ · Engenharia de Negócio · CX/EX